quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
ORIGEM FUNCIONAL DO SPAM DA WEB
Mas originalmente, SPAM foi o nome dado a uma marca de presunto picante (SPiced hAM, em inglês, de onde surgiu a sigla) enlatado da Hormel Foods, uma empresa norte-americana que vende o produto desde 1937. E como o nome de uma comida enlatada se tornou sinônimo de uma das piores pragas da Internet? A resposta é, curiosamente, o grupo de comediantes britânicos Monty Python.
Em um quadro de seu programa de TV na década de 70, eles encenaram uma cena surreal em um restaurante que servia todos os seus pratos com SPAM. A garçonete descreve para um casal de clientes os pratos repetindo a palavra "spam" para sinalizar a quantidade de presunto que é servida em cada prato. Enquanto ela repete "spam" várias vezes, um grupo de vikings que está em outra mesa começa a cantar "Spam, spam, spam, spam, spam, spam, spam, spam, lovely spam! Wonderful spam!", interrompendo-a.
Por isso, alguns usuários dos MUDs (multi-user dungeon, um antigo ambiente compartilhado usado para bate-papo virtual) começaram a fazer o paralelo entre a irritante e repetitiva música "spam" e as mensagens repetitivas e irritantes de alguns usuários que anunciavam produtos ou idéias. Existem também relatos de usuários usando scripts que digitavam "...spam, spam..." automaticamente nas salas de bate-papo, em 1985. Em pouco tempo, os usuários da Usenet, maior sistema de grupos de notícias e listas de discussão online, adotaram o termo. O primeiro spam via e-mail documentado foi enviado em 3 de maio de 1978, há 25 anos. Já o uso do termo spam na Usenet completou 10 anos em março de 2003.
FONTE: INFOTERRA
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
GOSTO DE COVER
E Deus fez o Youtube, diria o capítulo de São Tecnologia, ao introduzir o assunto. Eu encontro diversas coisas que valem a pena no Youtube e no Google. uma delas são vídeos covers, pessoas "normais" que cantam seus ídolos. Gosto disso. Há mta coisa boa, outras razoáveis e coisas ainda "normais". Gosto dessas coisas. Aqui vai mais um da GOSTO DE COVER. Música nova do Capital: ALGUM DIA.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
BLUES Mournin' After BLUES
É isso, gosto de blues assim, limpo, aveludado
Goste de um blues dado, bem tocado
E tem quem não gosta
Mas esse não tem tempo: o perde
terça-feira, 18 de novembro de 2008
COM QUEM MAIS DO QUE EU?
sábado, 1 de novembro de 2008
SÉRIE PÁSSAROS
A imagem é do menino, que foi no pomar do trabalho do moço procurar frutas pra comer. A música é dos seus respectivos autores [crédito citado].O pássaro, vi no primeiro de novembro, que me assombra com a eminência da próxima passagem de ano.
A música, me recordo do também João, e seu velho violão: "Conhece essa?: - 'O João de Barro, pra ser feliiz como eu...'".
Também me lembro de quando aprendi o que era "João de Barro". Estava no sítio. Frente a casa, uma árvore grande, alta, que fazia sombra no cocho. [cocho?] Um morrinho, -"que aquilo, pai?" -"aquilo é uma casa de João de Barro. Um passarinho que faz seu ninho de barro ao invés de galhos e palha. E repara: o caboclo diz que ele sempre faz as costas da sua casa, a parte sem abertura, voltada para a direção em que vem a mais pesada chuva do ano".
Essas coisas grudam, não saem da memória. Pro nosso bem.
JOÃO DE BARRO
Composição: Teddy Vieira / Muibo Cury
[ grande Teddy Vieira...]
"O João de Barro, pra ser feliz como eu
Certo dia resolveu, arranjar uma companheira
No vai-e-vem, com o barro da biquinha
Ele fez sua casinha, lá no galho da paineira
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiála, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Toda manhã, o pedreiro da floresta
Cantava fazendo festa, pra aquela quem tanto amava
Mas quando ele ia buscar o raminho
Pra construir seu ninho seu amor lhe enganava
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiála, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Mas como sempre o mal feito é descoberto
João de Barro viu de perto sua esperança perdida
Cego de dor, trancou a porta da morada
Deixando lá a sua amada presa pro resto da vida
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiála, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Que semelhança entre o nosso fadário
Só que eu fiz o contrario do que o João de Barro fez
Nosso senhor, me deu força nessa hora
A ingrata eu pus pra fora por onde anda eu não sei"
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
ESTADO AUTOTÉLICO EXISTE
ESTADO AUTOTÉLICO
É garantido pela constituição, mas é financiado pelos impostos: saúde, locomoção e segurança. Citarei apenas estes. O Estado autotélico existe. Ele é algo que não tem sentido fora de si, e o Estado brasileiro, a si mesmo, subtrai o sentido da sua existência. Nossa democracia exerce seu laicismo de separação entre animal e humano, a capacidade de se distinguir pela consciência e pelos benefícios que pode trazer a si mesma, e ruma para um destino de auto-exclusão e destruição.
Dupla cobrança
Com as privatizações e deliberações de questões essenciais para o funcionamento da nossa sociedade, o governo transfere suas obrigações de Estado organizador para empresas e serviços, e, ao mesmo tempo em que não deixa de recolher impostos, permite que essas empresas e serviços também cobrem dos denominados cidadãos. Esse conceito pode ser simplificado: antes, ele cobrava e nos “organizava”. Agora ele deixa que empresas cobrem para nos organizar, isso sem deixar de também cobrar para manter uma parcela mínima, tanto das empresas quanto das pessoas.
Claro que não é o Estado, mas tais representantes que assumem o poder e sua febre em fazer uma corrida do ouro faroeste norte-americano. Bang! Bang! Tiros para todos os lados, dinheiro que entra. Dinheiro que entra. E dinheiro que entra. Sai por meios que viabilizam empresas como a Transbrasiliana a pedagear rodovias como a BR 153, que interliga São José do Rio Preto-SP a todos os pontos do País, praticamente. Com essa prática, o governo delega a esta empresa a responsabilidade pela manutenção do trecho sob concessão. Quem passar por lá, mesmo já pagando o IPVA do seu automóvel (imposto destinado à manutenção das estradas), será obrigado por lei a pagar, novamente, um imposto que prevê a manutenção de estradas (O IPVA é destinado para rodovias Estaduais, a BR é federal. Citei esta como exemplo por fazer parte do meu cotidiano. Mas uma rápida procura no Google mostra quais são as rodovias Estaduais com pedágio. Um exemplo:
Permissividade
Com essa permissão do Estado, que pode ser conseqüência do desenvolvimento humano, a instituição mãe vincula a organização de todos em convivência com a mesma organização por parte de empresas, coexistindo num mesmo espaço de tempo – e espaço. A sociedade sabe mas parece não refletir sobre a não necessidade de uma delas, da privada ou da pública, ou ao menos da cobrança ao mesmo tempo pelo mesmo tipo de organização social, seja ela democrática, seja ela empresarial. Qual a necessidade do governo cobrar por impostos para a manutenção das estradas se as empresas já cobram pedágio para isso? E ambos os pagamentos – ou contribuições – são OBRIGATÓRIOS. A saúde privada ainda não se tornou obrigatória, mas está no caminho graças às condições na qual a saúde pública se encontra. O mesmo – e talvez com mais urgência – é a segurança. Ambas as degradações podem ser vinculadas não apenas à delegação de certas responsabilidades do Estado para o setor privado, mas também a degradação moral e ética de toda a sociedade.
Estradas pedagiadas com asfalto ruim, convênios médicos com filas enormes e seguradoras que cobrem suas apólices apenas se o ladrão do automóvel for preso com apenas uma metade do automóvel em seu poder.
É visível ser desnecessário a existência da dupla cobrança – privada e pública – pela organização social. Antes era apenas a pública, agora existem as duas no dia-a-dia, e é observável a futura existência de apenas uma delas. Caminhamos em aceleração constante para a não necessidade de uma dessas cobranças.
A falência de uma delas
E este momento representará a morte de uma delas. Como o Estado prevê a livre organização do comércio – e assim das empresas privadas – creio ser o mais atingível, uma vez que o setor privado faz questão de exercer pressão sobre o Estado. Democraticamente, apenas a sociedade poderia exercer pressão sobre o Estado, que, por sua vez, nada exerce sobre o comércio. Mas a sociedade carece de algo que exerça pressão sobre si mesma. E é ai a origem do problema todo.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
MENINO MUDA O MUNDO
Nada mais apropriado do que a música que segue, do 14-Bis. Maravilhosa...BOLA DE MEIA, BOLA DE GUDE
14-BIS
"Há um menino, há um moleque, morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente, o sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão
Ele fala de coisas bonitas que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero viver como toda essa gente insiste em viver
Não posso aceitar sossegado qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude, o solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança o menino me dá a mão"
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
ISSOÉLuGAR?

De longe, era aquilo que se via: um cruzamento. Dizem que o cruzamento, a "encruzilhada", é lugar de pacto com o Diabo. Assim nasceram os brilhantes tocadores de Jazz e blues [vide A Encruzilhada].Mas aqui, em Rio Preto, nascem apenas Pombos. As imagens dizem tudo. E ouvir, dessa vez, não foi tudo. Foi preciso olhar para não ser atropelado mesmo para "ver" o inesperado.
sábado, 18 de outubro de 2008
ALGUÉMmaisVIUELA?
Esse é o mesmo sol dai, de baixo, 5min e 15km depois. Ainda verei a Aurora-Boreal, e os raios, os últimos raios me lembraram o desejo meu. Mesmo assim, uma coisa nova: a estrela-d´álva, guia dos navegantes. Eu tinha placas, mapa, celular, tanque cheio, mas a humanidade já contou apenas com esta estrela e um pouco de boa vontade do vento - e nem faz tanto tempo assim.17/10/08
Pirajuí-SP - Rodovia Marechal Rondon

