
SINOPSE
Uma breve estória. Insights do cotidiano de alguém que já moldou em suas velhas roupas o formato de sua alma e do seu espírito. Sentimentos que não fazemos questão de entender e pensar. Mark é um rapaz sereno, eu acho. É passageiro, figura que "não se enquadra" direito. Mark, para mim, é uma indefinição.
OPINIÃO*
"Mark Marine é um grande símbolo da nossa sociedade. Um rapaz que, embora se esforce para estar inserido, acaba sempre à margem de seu próprio entendimento. Sua gaita transforma-se em seu maior - e talvez único - elo de comunicação com o mundo e, em grande parte dos momentos, com ele mesmo. Uma metáfora moderna sobre o mais ancestral dos medos: a vida em sociedade e o isolamento mesmo em meio à multidão".
Uma breve estória. Insights do cotidiano de alguém que já moldou em suas velhas roupas o formato de sua alma e do seu espírito. Sentimentos que não fazemos questão de entender e pensar. Mark é um rapaz sereno, eu acho. É passageiro, figura que "não se enquadra" direito. Mark, para mim, é uma indefinição.
OPINIÃO*
"Mark Marine é um grande símbolo da nossa sociedade. Um rapaz que, embora se esforce para estar inserido, acaba sempre à margem de seu próprio entendimento. Sua gaita transforma-se em seu maior - e talvez único - elo de comunicação com o mundo e, em grande parte dos momentos, com ele mesmo. Uma metáfora moderna sobre o mais ancestral dos medos: a vida em sociedade e o isolamento mesmo em meio à multidão".
*Eduardo Schiavoni é de Ribeirão Preto. Jornalista e escritor, é autor dos romances "O Império do Sol: as últimas palavras do antigo deus inca" e "O irmão das águas"